terça-feira, 21 de março de 2017

CAPÍTULO 15


Exatamente como Michelle já esperava, a primeira reação de Laura foi a pior possível:
- A Amanda, aquela putinha! Vagabunda! Vadia! Onde ela está?
Saiu enfurecida, com Michelle atrás:
- Laura, por favor...
Não conseguiu impedi-la, já era tarde demais. Laura escancarou a porta do quarto de Amanda com um estrondo, arrebentando a parede onde a maçaneta bateu, mas nenhuma delas prestou atenção, era o que menos importava naquele instante.
Amanda, que estava sentada na cama, com as mãos no rosto, mergulhada no mais profundo desespero, na mesma hora se levantou. Olhou para Laura com o rosto e os olhos inchados de tanto chorar, as lágrimas ainda escorrendo. Mas nada que ela tivesse para mostrar, fosse dor, culpa ou arrependimento aplacaria a fúria que Laura estava sentindo:
- Eu quero que você pegue as suas coisas e saia da minha casa agora. 
Se Laura tivesse gritado, xingado ou a esbofeteado teria sido melhor. Amanda preferia mil vezes enfrentar o ódio ou a raiva dela, qualquer coisa seria preferível a ver o sofrimento e o estrago que havia causado. Foi sincera quando pediu:
- Me perdoa.
Michelle permaneceu atrás de Laura, próxima o suficiente para agir se fosse necessário. Seria até compreensível, mas a despeito do desejo fulminante de bater em Amanda, de matá-la de pancada, Laura jamais encostaria nela. Manteve um desprezo frio, quase polido. Era o que ela merecia:
- Não me importa como nem pra onde você vai, apenas vá embora.
Não existia justificativa, nem desculpa possível. Muito menos a possibilidade de Amanda continuar ali. Sairia, mas antes, precisava que Laura a ouvisse:
- Por favor, nós precisamos conversar.
Com uma mistura ácida de incredulidade, ironia e raiva, Laura cuspiu:
- Não tenho nada pra falar com você. O meu assunto é com a minha mulher.
As duas olharam juntas para Michelle, que manteve o silêncio. Quando falou foi para Amanda:
- Acho melhor você ir. 
Laura se virou em direção ao corredor e, antes de segui-la de volta para o quarto delas, Michelle completou:
- Mas se precisar de alguma coisa liga.
Aquilo deixou Laura ainda mais possessa:
- Que lindo! Vocês estão juntas? É isso? 
Mais do que compreendia, Michelle não tirava a razão de Laura. No entanto, uma coisa era indiscutível:
- Independente de qualquer coisa nós ainda somos responsáveis por ela.
Tudo que Laura havia contido até então explodiu:
- Eu quero que ela se foda! 
Michelle fechou e trancou a porta. A intenção não era que Amanda não ouvisse, pois na altura que Laura estava falando era impossível. Mas impediria que Amanda entrasse, que elas se vissem ou qualquer outra coisa imprevisível. Sozinha com Laura, seria mais fácil manter o controle da situação. Por mais que Laura estivesse inteiramente fora de si:
- Coisa que, pelo visto, a piranhazinha deve saber fazer muito bem.
Soltou um riso sarcástico e amargurado, que aos poucos se transformou em choro:
- Há quanto tempo? Quantas vezes? Desde quando essa...
Não conseguiu completar. Michelle a interrompeu, preferindo não saber como a frase terminaria:
- Foi só essa única vez.
Como um animal enjaulado, Laura andou de um lado para o outro dentro do quarto enquanto dizia:
- Onde foi? Aqui? No nosso quarto? Na nossa cama? Me diz!
Apesar de não ter direito algum de se sentir insultada, Michelle estava:
- Não, claro que não!
Laura insistiu: 
- No quarto dela?
E Michelle falou, afinal. As lágrimas já escorrendo:
- Foi no sofá da sala.
O instante de silêncio que se seguiu foi quebrado pelos soluços de Michelle. Pela primeira vez em anos, Laura não sentiu vontade de abraçá-la ou confortá-la, como sempre acontecia ao vê-la chorando. Pelo contrário, o sofrimento de Michelle lhe causou um prazer quase sádico, que não diminuiu nem um pouco a dor que ela própria estava sentindo. Levou às duas mãos à cabeça e as passou pelos cabelos, jogando-o para trás. Naquele momento, compaixão era algo completamente impensável, muito distante de sua realidade. Soltou um riso de pura ironia antes de afirmar:
- Espero que tenha valido a pena.
Quando Michelle ergueu a cabeça e a fitou, o que Laura viu nos olhos dela quase a fez voltar atrás:
- Não significou nada. Foi um erro. Um único momento. Nunca deveria ter acontecido.
No entanto, por mais que a dor e o arrependimento dela a comovesse, Laura não podia, estava acima de sua capacidade conseguir perdoá-la: 
- Como você pôde? Fazer isso comigo? Com a gente? Como? Por quê?
Michelle enxugou o rosto com as mãos, apenas para que voltasse a ficar molhado novamente. Tentou buscar dentro de si mesma, a resposta que Laura exigia e que ela mesma queria ter, mas não sabia, racionalmente não existia justificativa, desculpa nem explicação:
- Apenas aconteceu.
Havia uma agressividade cruel, mordaz e humilhante na insistência de Laura:
- Foi mais forte que você? Uma atração avassaladora? Você não resistiu? Foi isso? Fala! Eu quero saber! Eu quero ouvir!
Só então percebeu que estava segurando Michelle pelos braços. Parou de sacudi-la, mas não a soltou. Imóvel, com os olhos fechados e a respiração inteiramente alterada, Michelle disse baixinho:
- Foi tesão. Só isso.
Assim como as lágrimas que escorriam dos olhos das duas, a busca de Laura pela verdade parecia não ter fim:
- Só isso? Só isso? É essa a sua desculpa? Tesão? Ela te seduziu? 
Um riso amargo escapou da garganta dela enquanto empurrava Michelle para trás, fazendo-a perder o equilíbrio.  Quando as costas de Michelle bateram com força no guarda-roupa atrás dela, o que estava sentindo mudou. Toda a passividade anterior se esvaiu. Olhou profundamente para Laura quando falou:
- Eu nunca disse isso.
Laura sustentou o olhar de Michele quando a questionou:
- De quem é a culpa então? Quem começou? De quem foi a iniciativa? Foi dela? Ou foi sua?
Seria muito fácil, Michelle poderia se eximir de tudo. Laura estava mais do que disposta a responsabilizar Amanda. No entanto, culpar a outra era impensável, contra tudo que acreditava, contra a sua própria natureza. Falou a verdade:
- Fomos nós duas.
Para Laura, aquilo tinha um significado claro. Michelle queria proteger Amanda. Foi direta:
- Você está apaixonada por ela?
Assim que perguntou se arrependeu, pois não suportaria saber se a verdade fosse realmente essa. Um medo incontrolável atravessou Laura naquele momento. Sentiu-se fraca, teve que sentar na cama para conseguir voltar a respirar direito. Michelle se aproximou, ajoelhou na frente dela, segurou as mãos de Laura e afirmou:
- Foi só sexo. Apenas sexo. Nada mais do que isso.
Segurou o rosto de Laura e a fez olhar para ela antes de completar:
- Não teve nada de pessoal.
Laura escorregou para o chão, enlaçou Michelle pelo pescoço e a puxou para si. Com o rosto colado no dela, entre soluços, praticamente implorou:
- Eu quero saber... Quero que você me conte... Eu preciso saber como foi...
Com os braços ao redor de Laura, Michelle a embalou, de olhos cerrados, desejando ser capaz de voltar no tempo, mudar o que havia feito, evitar aquele momento. 
Mas a única coisa que lhe restava, só o que podia fazer era revivê-lo...


Chegou em casa e Amanda estava na cozinha. Ao ver Michelle se assustou, foi inteiramente sem jeito que falou:
- Desculpe, eu não pensei que você fosse chegar tão cedo.
Só então, depois de se livrar das bolsas e pastas que carregava, Michelle se virou para Amanda e compreendeu o motivo do constrangimento dela, parada ali na frente do fogão, praticamente despida, usando apenas uma calcinha e uma camiseta.
Tentou dissipar a tensão que considerava totalmente sem sentido:
- Tudo bem. “No problema”.
Descalçou os sapatos e tirou o bolero de crochê que estava usando:
- Vou ficar mais à vontade também. 
Pegou um vinho tinto no bar e caminhou até a cozinha. Depositou a garrafa em cima da pia e, enquanto a abria, sentiu o olhar de Amanda sobre si. Virou-se para ela sem nenhuma outra intenção além de descontraí-la:
- Quer um pouco?
Um desconforto inesperado e inexplicável a atingiu ao deparar-se com Amanda tão próxima:
- Quero sim, por favor.
Serviu duas taças, entregou uma para Amanda e ficou com a outra. Os olhos seguiram involuntariamente o movimento que ela fez ao levar o cálice até a boca. Não soube explicar como nem porque se deu aquilo, o fato era que, pela primeira vez, enxergava Amanda de verdade. A mulher, não mais a menina. E não foi capaz de negar que gostou do que viu.
Como se tivesse vontade própria, o olhar permaneceu nos lábios de Amanda algum tempo, antes de descer pelo colo, adentrando até onde o decote generoso lhe permitia, percorrendo num misto excitante de prazer e culpa o bico dos seios empinados, marcando a camisetinha... Só conseguiu desviar os olhos com considerável esforço, um pouco depois. Mas era tarde, já tinha a informação gravada nas retinas. 
Igualmente instalado, o desejo de descobrir mais, usar outros dos cinco sentidos. Na tentativa de afastá-lo, abaixou a cabeça e bebeu um pouco de vinho.
Michelle não viu, mas sentiu perfeitamente o movimento de Amanda, naquele momento, idêntico ao seu.  A temperatura, a velocidade, o ritmo... Alterados, pulsando e queimando dentro e fora de si.
Voltou a erguer os olhos, encontrando os dela, confirmando que era recíproco. O olhar que trocaram permitiu e impulsionou a ação que se seguiu. 
Michelle depositou a taça ao lado da de Amanda na pia. Avançou apenas um passo, encontrou-a vindo em sua direção, no meio do caminho. As bocas se tomaram sabendo perfeitamente o que viria a seguir. 
Sem parar de beijá-la, Michelle puxou Amanda para a sala, a fez se sentar no sofá e a livrou da camiseta. Desceu a boca pelo pescoço, passeou pelo colo, buscou os seios. As mãos de Amanda se enfiaram em seus cabelos, puxando-a num arfar ardente, descompassado, inteiramente enlouquecido. O mesmo com que Michelle se ajoelhou, arrancou a calcinha de Amanda e, depois, mergulhou a boca no sexo dela com uma voracidade febril, arrancando uma série de gemidos que foi breve, pois em questão de segundos, Amanda atingiu o clímax, fazendo Michelle rir, deliciada. Não se lembrava de já ter feito alguém gozar tão rápido em toda a sua vida.
Amanda deixou escapar um último gemido antes de voltar a puxá-la, as mãos acariciando o corpo de Michelle enquanto a despia, com uma urgência que voltou a contagiá-la. Deitaram-se juntas, completamente nuas, lado a lado por cima das almofadas. A boca de Amanda se abriu sobre um dos seios de Michelle, sugou e mordeu com força, machucando um pouco, a pressa e a falta de habilidade causando um efeito completamente contrário ao esperado.  Michelle se encaixou sobre ela e se esfregou com toda a sua veemência e vontade. Amanda correspondeu quase com desespero, puxando Michelle com força, enterrando as unhas na pele dela, acompanhando-a com os quadris, soltando sons desconexos e gemendo alto. 
Mantendo a cadência do movimento, Michelle deslizou a mão, numa carícia pelo corpo de Amanda, procurando e encontrando o sexo dela. O som que Amanda deixou escapar quando Michelle a penetrou a fez perder finalmente o controle, não teve dificuldade alguma em segui-la quando, logo depois, Amanda gozou de novo. 
Não proporcionou a Michelle tempo de recuperação algum. Beijou-a, primeiro na boca e depois por todo o corpo, descobrindo, percorrendo e reacendendo o desejo das duas antes mesmo que se extinguisse. Com os dedos, com a boca e com a língua, provocou, orquestrou e arrancou de Michele um prazer que explodiu não uma, nem duas, mas três vezes seguidas, da maneira mais brutal, violenta e imperativa. 



Quando Michelle voltou a abrir os olhos, virou-se para Laura e falou, com a mais profunda certeza:
- Laura, eu não posso, eu não vou te contar.
Ainda nos braços dela, Laura deixou escapar num suspiro:
- Acho que prefiro mesmo não saber.
Soltou-se de Michelle, se levantou e se afastou. Quando voltou a falar, foi num tom completamente diferente, repleto de rancor:
- Como depois de tentar comigo sem resultado, ela conseguiu com você.
Foi só então que Michelle se pôs de pé:
- O que foi que você disse?
Ainda movida pela raiva, Laura sequer parou, falou sem pensar:
- Desde que entrou nesta casa, a Amanda está sempre me provocando.
A voz de Michelle tremeu, ela estava lívida ao perguntar:
- Aconteceu algo entre vocês?
Só então Laura se deu conta do que tinha acabado de fazer. Permaneceu muda. O tipo de silêncio que diz mais do que palavras. Foi Michelle que afirmou:
- Aconteceu.
Laura se defendeu como pôde:
-  Foi só um beijo. Não foi nada.
Michelle a olhou, séria e profundamente:
- Você não me contou, nem ia me contar.
Deixando Laura mais uma vez sem ter como negar. Michelle riu, num misto de decepção, incredulidade e amargura:
- Quer falar sobre traição agora?
Respirou fundo, tentando inutilmente se acalmar. Ainda estava tremendo de raiva quando conseguiu voltar a falar:
- Quanto tempo isso durou? Vocês duas dentro da nossa casa, de segredinhos pelas minhas costas? Isso não é traição?
Cobrança que trouxe de volta toda a raiva de Laura:
- Ah, me poupe, Michelle! Nem tente vir com isso, não tem sequer comparação!
Não intimidou Michelle, nem a fez recuar. Muito pelo contrário:
- Não, não tem mesmo. 
Caminhou até Laura, parou na frente dela, tão perto que as respirações se tocaram:
- Eu te contei. Eu fui honesta com você. 
Para Laura, uma única coisa importava:
- Você trepou com ela, eu não!
A frase ecoou, ficou pairando entre elas, com o peso de seu real significado. Por um instante que pareceu durar séculos, as duas apenas se olharam. Opostas e não mais complementares. Como reflexos invertidos no espelho.
- Seja sincera, Laura. Diga a verdade. O que te incomoda mais? O que eu fiz, ou o que você não fez?
Questionamento que pontuou o instante derradeiro em que Laura e Michelle constataram que as estruturas que consideravam tão sólidas não passavam de areia movediça, tinham facilmente caído por terra.


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MÚSICAS QUE INSPIRARAM O CAPÍTULO:




postado originalmente em 10 de Maio de 2017 às 18:00.








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12 comentários:

  1. Michelle levada pela sinceridade e Laura pela raiva se enfrentaram, expondo toda a culpa, desapontamento e dor que lhes causou a tentação de nome Amanda... Final Caustico este que nos deixas, que reflete bem o cair das mascaras... Sublime narraçāo deste confronto, eu fui arrastada da culpa de uma para a raiva de outra , para o desapontamento das duas sem conseguir tomar partido por nenhuma...Melhor impossīvel, venha logo a continuação deste confronto... ;)
    Bjs

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    1. Sandra, que bom que vc não tomou partido, pois não vejo como, cada uma tem sua verdade e no fim ambas e nenhuma tem razão... Agora estão as duas, ou melhor, as três (Michelle, Laura e Amanda) sofrendo.
      E agora?
      Veremos!
      bjo suuuuuuuuper especial e ultra hiper mega gigantesco no coração!

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  2. PQP...
    Que cap foi esse?
    Sensacional é pouco, temo q meu português não seja suficiente para achar adjetivo
    eloquente o suficiente para falar o q eu sinto neste momento.
    Parabéns Diedra Roiz... arrasando é pouco.

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    1. Cabrita, também não tenho palavras pra te agradecer, viu?
      Amiga muito mais do que querida,
      Gratidão eterna!

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  3. 1- odeio a Laura
    2- to tentando entender ainda a Amanda, não consigo decidir o que pensar dela que é uma adolescente
    3- não gosto nada da relação delas com a Amanda... o tanto que odeio a Laura é o que me prende nessa estória rsrsrsrs
    4- ainda torcendo pela Débora, única que gosto com a Amanda rs
    5- Marina é um elemento de progressão rsrs

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    1. Stepfany, pq tanto rancor pela Laura???
      Olha que amor e ódio andam juntos, hein! kkk
      Não sei se a Amanda merece a Débora, por enquanto não... ;)
      E Marina é tudo de bom! kkkkk
      bjo suuuuuuuuper mega ultra hiper giga especial no coração, linda!

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  4. Uau!!! Como tão sabiamente disse a Rê ali em cima (desculpa a intimidade, rs), mas não tem palavras pra descrever esse capítulo, me deixou completamente desorientada, com um misto de sentimentos por todas, Laura, Michelle, Amanda... Sem saber como definir de qm sinto raiva ou pena ou as duas coisas juntas, rs.
    Talvez o próximo capítulo me ajude a esclarecer melhor essa confusão de sentimentos e certezas incertas.
    Amando como sempre...
    Bjo, bjo! :*

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    1. Amanda, sua linda!
      Obrigadíssima pelo comentário, viu? Adorei!
      Depois me diz o que achou do capítulo de hj, pleaaase?
      bjo suuuuuuuuuper hiper especial no coração!

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  5. Lascou!!! Questões e mais questões aparecem agora. Os "esqueletos do armário". Aguardemos. Agora essa girina vou te contar viu.

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    1. Ah, pois é, Elsinha....
      Uma hora a verdade aparece, né?
      Não tá gostando da Amanda? kkk
      bjo suuuuuuuuuper ultra giga no coração!

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  6. Olá! Admito que a Michelle com a Amanda me surpreendeu e muito! Considero algo tão pontual que nem sinto raiva da Michelle e nem da Amanda. Mas que estou me divertindo com a frustração da Laura, isso não nego. No fim, a raiva não foi pela traição da Michelle, e sim porque a Michelle conseguiu o que a Laura desejava. Ansiosa pelo desenrolar desse drama que se instalou. Bjos.

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    1. Oi Suellen!
      Tudo bem, linda?
      Vc não esperava Michelle e Amanda? Mas pq vc acha tão pontual assim?
      Acho que a Laura deixou de se sentir um pouquinho a rainha da cocada preta, né? kkkk
      bjo ultra hiper especial no coração!

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