terça-feira, 21 de março de 2017

CAPÍTULO 31


Amanda ainda não tinha se recuperado completamente quando bateu na porta da sala de Michelle. Ouvir a voz dela dizendo:
- Entra.
Fez com que se sentisse um pouco melhor. Chegou sorrindo:
- Oi!
Michelle sorriu de volta:
- O que você está fazendo aqui?
Depois de olhar em volta e se certificar de que estavam sozinhas, Amanda fechou a porta atrás de si e foi até a mesa de Michelle:
- Queria te fazer uma surpresa.
Beijou-a nos lábios, encostou rapidamente apenas. O sorriso de Michelle aumentou mais ainda:
- Conseguiu!
Riram juntas. Trocaram outro beijo. Amanda se sentou em cima da mesa de Michelle, que afastou um pouco a cadeira, para poder olhar melhor para ela:
- Como foi o seu dia?
Amanda deu de ombros:
- Normal. 
Não perguntou o que queria saber diretamente:
- E o seu?
A resposta de Michelle foi automática:
- Foi bom também.
Omitiu contar os incidentes com Laura, era absolutamente desnecessário, não acrescentaria em nada, só serviria para aborrecê-la. Não contava que Amanda, de alguma forma que não foi capaz de compreender num primeiro momento, parecia a par do que havia acontecido:
- Você e a Laura...
Por uma fração de segundo, Michelle prendeu a respiração e ficou em suspenso, esperando Amanda completar: “voltaram?”. Felizmente, ela disse algo completamente diverso ao que tinha escutado durante o dia inteiro:
- Estavam conversando agora há pouco?
A insegurança que sentiu na voz de Amanda fez Michelle pousar a mão com uma intimidade suave e carinhosa na perna dela:
- Não. Por quê?
O olhar de Amanda estava repleto de incerteza, desconfiança e ciúme:
- Cruzei com ela no corredor e pensei que estava vindo daqui.
Em qualquer outra situação, a cobrança teria irritado Michelle. Incrivelmente, Amanda despertava nela uma paciência que sequer sabia que possuía. Fez questão de esclarecer, num tom sereno, mas nem por isso menos firme:
- Só vi a Laura hoje de manhã na reunião do núcleo. 
Amanda soube na hora, teve certeza de que Michelle não estava mentindo. No entanto, aquilo não acalmava o turbilhão de sentimentos que tinha dentro de si. Como não queria aborrecê-la, muito menos que Michelle a achasse infantil, se calou. Mas não conseguiu escapar da perspicácia dela:
- Fala. Não precisa medir suas palavras comigo.
O fato de Michelle ser capaz de percebê-la com tanta perfeição deixou Amanda fascinada e um pouco arrependida. Afastando os próprios receios, deu a ela o que pedia e merecia: total sinceridade.
- Me incomoda vocês trabalharem juntas.
Michelle se pôs de pé, parou na frente de Amanda, passou a mão direita pelo rosto dela numa carícia delicada:
- Eu entendo. Mas não tenho como mudar isso. 
Amanda tentou sorrir:
- Eu sei. 
Abaixou a cabeça, não foi capaz de encarar Michelle enquanto confessava:
- Sei que é bobagem, mas eu... Eu tenho medo, muito medo... De que você volte com ela.
Não houve hesitação alguma por parte de Michelle. Segurou as mãos de Amanda entre as dela e afirmou:
- É uma bobagem mesmo, pois não vai acontecer. 
A necessidade de a olhar nos olhos fez com que pedisse:
- Amanda, olha pra mim. 
Esperou ser atendida para voltar a assegurar:
- Não existe a menor possibilidade. 
Duas lágrimas escorreram pelo rosto de Amanda. Michelle as enxugou com os lábios. Depois, a beijou na boca e a tomou nos braços. Amanda correspondeu mergulhando o rosto nos cabelos de Michelle e apertando-a contra si com força. Deixou escapar num suspiro:
- Você deve estar me achando uma idiota ridícula.
Segurando o rosto de Amanda entre as mãos, Michelle fez com que a olhasse novamente:
- Te acho uma graça.
Deslizou os polegares na pele dela, numa carícia suave:
- Minha menina linda.
Aproximou a boca, beijou-a de leve, apenas um roçar de lábios, causando nas duas um tremor involuntário. Saiu sussurrado:
- E deliciosa...
O beijo que se seguiu foi totalmente diferente. De uma voracidade, veemência e profundidade incontestáveis, que afastaram todas as dúvidas que Amanda ainda pudesse ter. 


Assim que Laura entrou na academia, viu Gabriela. E também foi imediatamente vista por ela. Aproximou-se sorrindo, pretendia cumprimentá-la de longe, no máximo com um beijo no rosto. Não contava com o fato de Gabriela vir direto em sua boca. Um roçar de lábios apenas, mas era uma exibição de afeto pública a qual Laura não estava absolutamente acostumada.
No entanto, depois de tantas viradas e reviravoltas em sua vida, estava muito mais do que disposta a mudar, experimentar e se permitir. 
Recebeu a carícia com normalidade, como se fizesse aquilo todo dia. Até porque, se dependesse dela, era exatamente o que faria. 
Sorrindo para ela de uma forma irresistível, Gabriela disse:
- Meu horário terminou. Sou toda sua.
Laura sorriu de volta:
- Estou dispensada de treinar então?
Mais do que depressa, Gabriela cortou sua esperança de ir direto para o bar:
- Nem pensar! Vamos lá, eu te ajudo.
Foi obrigada a protestar:
- Não acho justo você fazer hora extra por minha causa.
O olhar de Gabriela desceu, percorreu o corpo inteiro de Laura, da mesma forma insinuante e sensual com que falou:
- É prazer e não trabalho.
Completamente deliciada, sem ar e sem palavras, Laura riu. Gabriela aproveitou para completar:
- Mas se você quiser, pode me recompensar mais tarde.
A provocação fez Laura recuperar a fala:
- Pode ter certeza de que será.



Michelle ficou deitada de lado na cama, olhando para Amanda muito tempo depois que ela adormeceu. Admirando a beleza tranquila, quase pueril que o rosto dela adquiria sempre que mergulhava no sono. 
Impossível evitar a culpa e a sensação de estar fazendo algo muito errado ao vê-la ali dormindo, parecendo ainda mais jovem, quase uma menina.
Retomando o redemoinho de emoções contraditórias que a tinham acompanhado durante as últimas três semanas, pensou e repensou e se questionou pela milionésima vez.
Logo ela, que sempre tinha detestado o livro “Lolita”, que debochava, condenava e reprovava categoricamente relacionamentos com mulheres mais novas. Estava inteiramente seduzida, encantada, enfeitiçada por uma garotinha.
De onde vinha essa vontade irreprimível, da qual jamais se dera conta antes? Não fazia a menor ideia, mas estava ali. Sua presença dominando-a. Mais do que isso: protagonizando seus dias - e as noites mais ainda - sem que fosse capaz de conter, controlar ou se recusar a satisfazer aquilo.
Racionalmente queria e tinha consciência de que deveria se afastar. Diversas vezes tinha ido ao encontro dela exatamente para terminar.  Mas bastava olhar para Amanda e se tornava inviável. Desejava tê-la, precisava dela, ansiava por cada uma das carícias, beijos e orgasmos que compartilhavam. 
Um tipo de necessidade que só a fazia se sentir pior, pois nela não havia – ou se havia, Michelle não conseguia enxergar - nada de louvável. Pelo contrário, a percepção de que a relação se baseava em algo tão puramente físico, beirando o profano, a assustava. 
Por outro lado, óbvio que não era emocionalmente imune a ela. Sentia algo por Amanda, apenas não sabia definir, muito menos nomear.
Deixou escapar um suspiro baixinho, para não a acordar. Depois, olhou para Amanda uma vez mais, afastou os cabelos dela do rosto, numa carícia repleta de ternura. Sem abrir os olhos nem despertar, Amanda sorriu. 
Michelle não resistiu. Beijou-a nos lábios e a puxou para si. Só então, com Amanda deliciosamente acomodada em seus braços, conseguiu finalmente dormir.


Era sexta-feira e, depois da última aula, Laura foi para a academia. Já havia se tornado rotina. Naquelas três semanas, tinha treinado, saído e dormido com Gabriela quase todos os dias. 
Quando entrou na sala de musculação, ela já a esperava, com o mais lindo dos sorrisos. Laura caminhou em sua direção, como que atraída por imã. Parou na frente dela, a segurou pela cintura e a beijou na boca. Gabriela aproveitou para apertar os bíceps de Laura:
- Cada dia que passa, você fica melhor.
O elogio fez Laura rir:
- Graças a minha personal trainer incrível.
Completou com um toque de malícia:
- Acho que nunca fiz tanto exercício físico na vida.
Era óbvio que não estava se referindo somente ao que fazia na academia. Foi a vez de Gabriela rir:
- Está reclamando?
Laura manteve o mesmo tom provocante:
- Muito pelo contrário.
A resposta de Gabriela foi dada já levando Laura para a esteira:
- Ótimo! Porque não tenho a menor intenção de diminuir o ritmo.
Promessa que ela cumpriu integralmente. Primeiro no treino e depois na cama. Exausta, mas inteiramente satisfeita e feliz, Laura só conseguiu dormir depois que o dia já tinha amanhecido.


Assim que Michelle sentou, Val comentou:
- Não pensei que você viesse sozinha.
Antes que pudesse dizer qualquer coisa, Rosana indagou:
- Quando é que nós vamos conhecer a...
Não completou. Mas ficou claro, pela forma como as três tentaram inutilmente disfarçar o riso, o que ela ia falar. “Girina”. Foi o que ficou no ar. Michelle rematou inteiramente na defensiva:
- Amanda.
Cíntia tentou apaziguá-la:
- Ah, Mi, não leve a mal. Se coloque no nosso lugar. Vamos combinar que é um pouco difícil...
Só serviu para deixar Michelle ainda mais irritada:
- O quê? Aceitar?
Esse tipo de cobrança era a última coisa que esperava das amigas. No entanto, Rosana tinha um argumento imbatível:
- Não é fácil nem pra você. Se fosse, independente da idade, ela estaria sentada aqui nessa mesa.
Sem ter como nem porque contestar, Michelle acabou se abrindo:
- Ainda é muito cedo. A relação ainda está se construindo. Na hora certa vocês vão conhecê-la. Por enquanto, eu não estou preparada.
Diante de tal confissão, as três se mostraram totalmente compreensivas. E não voltaram mais a tocar no assunto.


- Amanda, você está ouvindo?
A voz de Marina trouxe Amanda de volta a realidade, que era ela sozinha com os amigos no bar, pois Michelle não só tinha se recusado a acompanhá-la, havia saído com amigas, sem, no entanto, tê-la convidado.
- Desculpe, eu estava distraída.
Foi Débora quem falou:
- Nós percebemos.
Bruno incentivou:
- Qual é o problema, linda? Fala! 
Amanda não queria reclamar de Michelle, considerava uma traição quase. Acabou dizendo apenas:
- É bobagem.
Óbvio que não convenceu ninguém, muito menos Marina:
- Se fosse, você não estaria desse jeito. 
Com o bom-humor implicante de sempre, Bruno gracejou:
- Deixa eu adivinhar. Começa com Mi e termina com Le? Aliás, onde é que ela está?
Até Débora, que não era de se intrometer na vida dos outros, cobrou:
- Quando é que vamos conhecer a sua namorada?
Os três olharam para a Amanda, deixando claro que era uma expectativa que compartilharam. Ela deixou escapar num suspiro:
- É complicado.
Marina não se conteve:
- Mais do que eu e a Débora? Ai!
Deu um grito, pois Débora a socou no braço. Depois, a própria Débora esfregou o local supostamente dolorido e as duas se beijaram. Amanda voltou a suspirar:
- Pra começar, eu nem sei se a Michelle é minha namorada.
Para Bruno, aquilo não fazia o menor sentido:
- Como assim? Vocês estão juntas há três semanas já!
Débora sacudiu a cabeça em concordância, Marina fez um gesto de “como assim?” com os braços. Amanda tentou explicar:
- Mas a única coisa que fizemos até agora foi trepar.
Os três riram. Marina disse:
- Ué, todo início de namoro é assim.
Afirmação da qual Débora não tinha como discordar:
- Normal.
Muito menos Bruno:
- Normalíssimo!
Desta vez, o suspiro de Amanda foi exasperado:
- Vocês não estão entendendo. Na verdade, sou eu que não estou conseguindo explicar. 
Respirou fundo, tomando coragem para dizer a sua verdade:
- Ela não quis vir comigo. Saiu com as amigas, mas não perguntou se eu queria ir com ela. Mais tarde vai passar aqui pra me pegar. 
O silêncio de Marina e Débora se deu por um motivo claro. Estavam comparando ao próprio namoro. Chegaram à mesma conclusão: não queriam estar no lugar de Amanda. Afinal de contas, partilhavam o mesmo desejo: estarem juntas sempre que possível, transformar as duas vidas em uma. 
O raciocínio de Bruno era outro:
- Olha... Eu até entendo. Pensa que estranho ela sentada aqui com a gente. 
A reação de Amanda foi imediata e inteiramente defensiva:
- Estranho por quê?
Ele não mediu as palavras:
- Amanda, ela é mais velha que a minha mãe!
Como de hábito, coube a Débora censurá-lo:
- Bicha, cala a boca!
Não foi muito eficaz. Bruno replicou:
- Ela é velha demais pra você, essa é verdade.
No fundo, achava inaceitável. Amanda até já sabia, só não esperava que o amigo expressasse o próprio preconceito de uma maneira tão direta, vigorosa e combativa. Não podia culpá-lo. Era o que a maioria das pessoas pensaria e pensava. Inclusive Michelle. 
- Eu sei que pra ela nossa diferença de idade também é um problema. 
Imediatamente, Bruno a questionou:
- E pra você não?
Uma resposta que Amanda não possuía. Por isso permaneceu calada.
Débora aproveitou o silêncio instaurado para mudar de assunto. Perguntou para Amanda:
- Você vai na festa dos calouros amanhã?
Ela respondeu sem dar muita importância:
- Não sei. 
Causou uma comoção geral na mesa:
- Como assim?
- Todo mundo vai!
- Ela não quer que você vá?
Imaginou qual seria a reação deles se tivesse dito que não iria. Virou-se para Bruno e esclareceu a dúvida dele:
- Pelo contrário. A Michelle acha que eu devo ir.
Tinham tido uma pequena discussão por causa disso, pois Michelle tinha insistido em dizer que Amanda precisava sair, fazer programas da idade dela, se divertir com os amigos. Posição esta que só servia para deixar toda a responsabilidade de escolha nas mãos de Amanda, que estava completamente dividida:
- Eu até queria ir, mas... Também quero ficar com ela.
Para Bruno era simples, ela nem deveria pensar duas vezes:
- Você tem todos os sábados pra ficar com ela. Mas a festa é só amanhã. E não vai ter outra igual.
A ponderação de Marina não era tão imediatista:
- Eu entendo que você está apaixonada, mas pensa bem. Você não pode deixar de viver a sua vida, de fazer o que você gosta só porque está...
Antes que pudesse concluir a frase, foi cortada por Débora:
- É isso que você pensa? Que está deixando de viver a vida por minha causa?
Marina tentou se defender:
- Não foi isso que eu falei.
Mas Débora sacudiu a cabeça em negação e ameaçou se levantar da mesa. Marina não permitiu. Segurou-a pelos braços, agachou na frente dela e começou a falar baixo, para que só Débora escutasse.
Mais do que acostumados com as brigas frequentes das duas, Bruno e Amanda as deixaram de lado. Bruno encheu os copos dos dois de cerveja enquanto Amanda checava o celular. Tinha acabado de receber uma mensagem de Michelle no whatsapp: “Saindo. Em dez minutos estou aí”.
Fez uma última tentativa: “não quer entrar e tomar a saideira?”
A resposta a surpreendeu: “Vamos ver. Te mando mensagem quando chegar aí”.


Michelle não estava mentindo. Realmente cogitou estacionar e beber uma cerveja com Amanda e os amigos. Mas quando chegou na frente do lugar onde eles estavam e viu o aglomerado efervescente de estudantes que lotavam o bar e a calçada, fazendo com que parecesse um formigueiro de jovens e adolescentes, mudou de ideia.
Mandou uma mensagem dizendo: “Não tem onde estacionar. Te espero do outro lado da rua. Não demora”.
Não estava mentindo. Na verdade, até mesmo parar ali era complicado. Felizmente, Amanda parecia ter consciência disso, pois em poucos minutos,  saiu do bar. Michelle ficou observando enquanto ela se espremia com dificuldade entre as pessoas para conseguir atravessar a multidão na calçada. Por fim, topou com um grupo de cinco rapazes, que abriram caminho para que ela passasse, rindo, gesticulando e dizendo coisas que Michelle não ouviu, mas que conseguiu imaginar, só pelo jeito que a devoraram com os olhos. 
Toda a indignação, a possessividade e o ciúme que sentiu passou de imediato. Bastou ver como Amanda os ignorou, o sorriso que lhe lançou quando a enxergou e a maneira apaixonada com que se atirou em seus braços e a beijou assim que entrou no carro.


No dia seguinte, Michelle propôs que almoçassem na Lagoa. A felicidade de Amanda não poderia ser maior, pois era a primeira vez que saíam juntas como namoradas.
Sentaram-se numa mesa na janela, pediram uma cerveja e começaram a conversar. 
Foi de repente, de uma forma inexplicável, que algo chamou a atenção de Michelle. Amanda acompanhou o olhar dela para ver o que era. Nada demais. Duas mulheres numa moto que parou do outro lado da rua. A que estava atrás desmontou e a outra a ajudou a tirar o capacete. A intimidade carinhosa com que se tocavam deixou claro que se tratava de um casal. Amanda voltou a olhar para Michelle, que mantinha o olhar fixo nas duas. A expressão dela tinha mudado completamente, parecia... Mais do que incomodada. A alteração era evidente. Perguntou:
- Você conhece?
Mas Michelle continuou imóvel e muda. Amanda voltou a seguir o olhar dela, virou-se no instante exato em que a mulher que pilotava a moto tirou o capacete, deixando claro que Michelle não só a conhecia. 
Reconheceria Laura, onde e como estivesse, apenas pelo corpo e pelo jeito de se mover.

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MÚSICAS QUE INSPIRARAM O CAPÍTULO:




postado originalmente em 10 de Junho de 2017 às 18:00.






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Um comentário:

  1. Ui que o embate de terça vai ser bravo kkkkk Vai ser com certeza um almoço indigesto, em que vamos ver como Michelle e Laura vão digerir o que cada uma fez com a liberdade...
    Ambas estão a viver euforicamente, e aproveitando ao máximo o sexo que lhes é dado...Mas para o lado de Michelle começa-se a evidenciar as diferenças que existem entre ela e Amanda...Quanto a Laura este retiro sexual está soltando-a mais, exteriorizando mais a sua sexualidade. Michelle esta-se prendendo mais ao preconceito e Laura esta-se libertando...
    Salivando me deixas, pois prevejo um almoço suculento...kkkk Já vou reservar o meu lugar para não perder detalhe...kkkk
    Bjs

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